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Skills and Lead

Inteligência Emocional
em Liderança

Existe uma ideia generalizada pré-concebida de que há certas áreas de atuação (como Gestão de Recursos Humanos ou Psicologia) em que as pessoas têm de desenvolver, com maior intensidade, a parte da inteligência emocional e outras em que a inteligência emocional é vista como algo pouco relevante. Na realidade, trabalhar a inteligência emocional é altamente relevante em qualquer área profissional. Todas deveriam primar pelo desenvolvimento desta competência. O que acontece é que nas áreas mais relacionais, ou em que há maior contacto com o público, revela-se essencial.

A inteligência emocional interliga dois aspetos fundamentais: o conhecimento que temos de nós mesmos, ou seja, inteligência intrapessoal, e a inteligência interpessoal, que se prende com conseguirmos identificar emoções nos outros e usarmos essas emoções para comunicarmos melhor com os demais. Uma área em que esta competência se prova indispensável é a área da saúde.

Já em áreas, por exemplo, das tecnologias ou das ciências exatas, nota-se um gap (espaçamento, distância) maior. Nestes casos, a inteligência cognitiva (como o raciocínio ou a memória) sempre foi mais valorizada do que a emocional e, pela ausência de necessidade de trabalhar essa competência, muitas vezes por se tratarem de áreas mais individualizadas, por norma ligadas a um trabalho mais solitário e mais computacional, os profissionais só mais tarde, na sua vida pessoal, é que notam essa diferença. Esta realidade tem levado essas pessoas a procurarem maior acompanhamento e mais formação no que toca a inteligência emocional, não porque necessitam dessas competências para o seu trabalho mas sim para a sua vida pessoal onde não tiveram oportunidade de as desenvolver.

Inteligência Emocional em Liderança
unsplash.com // Matt Ridley

Procurarmos formas de melhor comunicar, liderar e motivar equipas não é suficiente para melhorarmos, também, as nossas relações se não desenvolvermos, ao mesmo tempo, as nossas skills emocionais. Podemos ter todas as ferramentas para gerirmos conflitos eficazmente, fazermos um discurso ou darmos feedback à nossa equipa mas nada disto funciona sem o controlo emocional que cada situação exige, sem a capacidade de utilizar essas ferramentas. Não basta sabermos o que temos de fazer; temos de conseguir fazê-lo da melhor forma possível, e é isto que gera resultados.

Em grande parte dos casos, a formação dos líderes tem uma forte lacuna: quer durante o seu percurso académico como durante o seu percurso profissional, esses líderes não tiveram orientação para o serem e saberem lidar com pessoas. A partir do momento em que falta essa inteligência emocional, torna-se muito mais difícil atingir resultados de excelência dentro das empresas.

Felizmente, verifica-se uma preocupação crescente por parte das empresas relativamente às competências emocionais. O paradigma organizacional, pelo mundo fora, está a mudar: enquanto que antes o foco era apenas a produtividade e os objetivos estratégicos da empresa e os líderes não se preocupavam com o que motivava ou não os seus trabalhadores, levando a uma discrepância entre o que era expectável e o que realmente acontecia, hoje em dia os líderes percebem que estão a trabalhar com pessoas, de pessoas para pessoas, e que é essencial entender de que forma podem motivar os seus funcionários para atingirem os objetivos em conjunto, o que implica recorrer a feedback (Se não soubermos o que estamos a fazer mal, como é que podemos melhorar?).

A regulação emocional é um aspeto fundamental e o mais complexo dentro da inteligência emocional, sendo o último patamar dentro de uma hierarquia. É nesse patamar que finalmente temos a capacidade de compreender e regular as nossas próprias emoções, tendo uma atitude positiva perante o que sentimos e as situações em que nos inserimos. Antes de lá chegarmos, precisamos de ter um conjunto de ferramentas emocionais que levam tempo a serem treinadas, tal como leva tempo a ser-se um líder e a trabalhar todas as competências inerentes.

Inteligência Emocional em Liderança
unsplash.com // Tim Mossholder

Não há uma fórmula mágica para atingirmos a regulação emocional e há um conjunto de etapas, de degraus a subir. Inicie o seu caminho com calma, com tolerância consigo mesmo e com treino – a Skills and Lead pode ajudá-lo na formação das suas soft skills.

O Curso de Inteligência Emocional vai ajudá-lo a adaptar-se mais facilmente a diferentes situações, a tirar maior partido das suas emoções, a melhorar as suas relações pessoais e profissionais. Alie, ainda, esse conhecimento às características de um bom líder – veja aqui o programa do Curso de Liderança da Speak and Lead.

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